Falta de ar, tontura, mãos geladas e úmidas, coração batendo em modo acelerado e dificuldades para respirar são algumas das sensações físicas que caracterizam o transtorno de pânico. Quando esses momentos tornam-se recorrentes, frente à dúvida do agente causador, é comum tomar a atitude de procurar profissionais de saúde para consultas e exames, a fim de descobrir o motivo dessas experiências tão desconfortáveis que começaram a surgir, a um primeiro olhar, “sem motivo”.
Mas, uma vez que distúrbios orgânicos sejam descartados e ficar caracterizado como transtorno de pânico, é essencial buscar auxílio especializado com os profissionais da área de psicologia e psiquiatria.
Com a psicoterapia é possível compreender o que, de fato, está acontecendo e quais situações geram mais ansiedade, trabalhando com a superação dos medos relacionados aos transtorno de pânico.
Além das sensações físicas causada pelos ataques de pânico, como coração acelerado e dificuldade para respirar, é comum que as pessoas que sofrem com esse tipo de transtorno sejam rotuladas de forma pejorativa ou não tenham seus sintomas analisados com seriedade quando buscam ajuda de profissionais da saúde. .
O medo de que o pânico seja vivenciado novamente e a ausência de conhecimento sobre os fatores que o motivam podem trazer ainda mais desespero, gerando confusões e angústias que afetam ações cotidianas.
Nesses casos, a psicoterapia aplicada corretamente associada com a medicação adequada (se necessária) são fundamentais para conseguir uma melhora acentuada ou ausência total dos sintomas.
Precisamos falar sobre transtorno de pânico!
Cada pessoa reage de uma maneira muito diferente frente a situações cotidianas. A reação à entrevistas de emprego ou momentos constrangedores em público, por exemplo, dizem muito sobre estados de ansiedade. E é a forma de lidar com ela que indica se há ou não um distúrbio.
Uma reação de pânico é normal quando existem elementos favoráveis ao seu surgimento, como situações de iminente perigo de morte (princípios de incêndio em espaços fechados, afogamento no mar, etc). O pânico passa a ser identificado como patológico quando esta mesma reação acontece sem motivo aparente, de forma espontânea.
Quando o transtorno de pânico é diagnosticado, a terapia torna-se fundamental para identificar os gatilhos de ansiedade, superação dos medos e alcançar a melhora dos sintomas.