Na análise cada pessoa é convidada a se escutar a fim de retornar ao passado, tendo a oportunidade de ressignificar suas narrativas.
Repetindo diante do analista histórias, situações do passado que doem, que angustiam, é que se dá uma abertura para um despertar consciente.
A análise não é um lugar de novidades e sim um lugar de repetição, sobretudo quando se pensa em desmarcar uma sessão por saber que vamos falar “a mesma coisa”.
O processo terapêutico se inicia quando o analisando tem a percepção que não precisa sempre levar “novidades” ou “impressionar” o analista. Inicia quando se permite “ser ele mesmo”, suportando a angústia de confrontar suas repetições, lacunas e impasses.
“Hoje vou falar mais do mesmo” – manda a ver!!!