Elas não são visíveis aos olhos mas estão presentes mesmo assim. As nossas cicatrizes emocionais causam tanto ou mais sofrimento quanto as físicas.
Em algum momento da vida somos machucados, passamos por experiências, perdas e fracassos que geram essas cicatrizes.
Elas ocupam uma dimensão diferente em cada pessoa, cada um suporta de uma maneira. Afinal cada trauma é único e resulta da história de vida de cada pessoa e da sua constituição psíquica.
E, muitas vezes, a forma como cada um lida com as consequências desse trauma pode ser mais intensa e prejudicial do que o próprio trauma.
Na análise não se muda o acontecimento do trauma, porém se busca uma forma mais consciente e autônoma para lidar com as consequências dele.
Ao saber mais sobre si, ao se conectar com essas angústias e compreender seus movimentos,, é possível se tornar mais autônomo e independente em relação as vivências traumáticas e não se deixar apenas ser conduzido por elas.