Todo processo de análise é composto por altos e baixos. Por novas descobertas ou por fases de “tédio”, de sentir que não temos o que falar.
Nem a sua análise e nem a minha, chegam a um fim onde tudo dá certo e somos felizes para sempre.
Haverão momentos em que o sintoma vai ressurgir, em que as resistências vão aparecer com força e que podemos fazer escolhas erradas.
Em análise enfrentamos e atravessamos essas barreiras, que surgem diversas vezes durante a nossa vida.
Entenda: você não está pronta, eu não estou pronta, ninguém está pronto! Estamos todos em formação, construindo e reconstruindo nossos horizontes.
Não podemos perder isso de vista nunca. Vamos nos permitir viver todos os momentos de um processo analítico?
Afinal, aprender a lidar com os nossos sintomas é o maior ganho de um processo psicanálitico.