5 razões para iniciar uma análise

1- Aliviar o sofrimento: O principal objetivo na análise é diminuir o mal-estar e as angústias, procurando entender como muitos sintomas apareceram e porque se mantem. E assim é possível criar estratégias para diminuir esses sofrimentos, para que possamos ver o mundo e a nós mesmos com novas perspectivas.

2- Autoconhecimento: Na análise vamos encarar nossos medos e emoções reprimidas. Trazer isso a tona e começar a expressar os sentimentos relativos a esses medos e emoções ajuda a compreender o que nos marcou. E com isso podemos superar traumas e olhar para o futuro evitando e fazendo escolhas saudáveis na vida.

3- Sair da zona de conforto: Muitas vezes nos mantemos em situações e lugares simplesmente por estarmos habituados com aquilo. Porém essas mesmas coisas são parte dos nossos problemas, por exemplo, um relacionamento abusivo. Entender como isso influencia negativamente na vida e buscar o que nos faz bem, faz parte da análise.

4- Estabelecer prioridades: A análise promove uma reconexão com nós mesmos o que nos leva a percepção do que faz bem para a nossa vida. Entender como a nossa trajetória nos conduziu onde estamos ajuda a estabelecer novas prioridades.

5- Fortalecer a autoestima: Através da fala em uma análise entramos em sintonia com o nosso interior e assim vamos percebendo que investir em nós mesmos é primordial para que possamos ter relações saudáveis e duradouras.

Sessão de análise é bate papo?

Às vezes escuto as pessoas dizendo que vão “bater papo” com o psicólogo, você já ouviu ou disse isso alguma vez?

Na análise propomos um encontro de você com você mesmo. Não se trata de perguntar algo e receber a resposta, ou até uma orientação sobre o que fazer em uma determinada situação.

Então, pode gerar no início um certo incômodo, afinal é um encontro subjetivo.

Saber que não é um diálogo comum desorganiza o formato de comunicação que estamos acostumados e isso permite a existência de um outro modo de encontro.

Não responder e deixar o próprio analisando mergulhar em suas reflexões, o auxilia a tomar as rédeas de sua própria história.

A psicanálise é para você?

Com frequência escuto as pessoas dizendo que a psicanálise não é para elas. e você, já falou ou ouviu isso também?

Há pessoas que se beneficiam fortemente e significativamente da psicanálise, ms outras pessoas não. Por que isso?

O que faz a psicanálise ser tão transformadora para algumas pessoas e não para outras?

Se você estiver procurando um profissional que te dê orientações para superar uma dificuldade emocional ou, se você tiver a expectativa de que você receberá dicas e sugestões, a psicanálise não é para você.

Provavelmente você se sentirá frustrado pois a psicanálise não sugere caminhos.

Se existe a expectativa, diante do sofrimento e da angústia, de que outra pessoa venha te dizer o que fazer ou que lhe diga verdades sobre sua vida, sobre o caminho que deve percorrer, isso você não encontrará na psicanálise.

Então, qual a proposta da psicanálise?

A psicanálise ajuda você a se escutar, a começar a discernir as motivações inconscientes dos seus comportamentos, as fantasias que estão por trás das suas relações, dos seus sintomas, do seu mal estar.

Isso para que você seja capaz de tomar as atitudes e de escolher os caminhos e percursos que você deseja.

O analista tende a ser mais silencioso justamente para que você tenha espaço para se escutar.

Falando livremente para um interlocutor neutro, você é capaz de ouvir as verdades sobre si.

Agora lhe pergunto: você realmente está disposto a se escutar?

Eu sofro de um mesmo problema: faço piadas para evitar as emoções

Você se identifica com essa frase?
O humor tem uma função defensiva, sendo fruto de uma ação do superego sobre o ego oprimido a fim de protegê-lo do sofrimento.
Para Freud, o ego recusa a realidade do mundo externo e tenta obter prazer afirmando-se contra a “crueldade das circunstâncias reais”. Nesse sentido, o humor é liberador e enobrecedor do ego. É um mecanismo subjetivo que visa anular o sofrimento e a dor, em favor do princípio do prazer.
Situações que despertam sentimento de tristeza, revolta, injustiça, impotência, decepção etc. – e que normalmente independem da ação do sujeito para contorná-las – podem virar um GIF ou um meme nas redes sociais, por exemplo.
Utilizar esse mecanismo de defesa pode ser um tanto libertador, trazendo prazer e alívio imediato. Porém, devemos lembrar que a dor estará ainda lá, e que em um determinado momento encarar ela se torna imprescindível.
Que tal falar sobre isso na sua análise?
#psicanálise #psicologiamaringá


O humor tem uma função defensiva, sendo fruto de uma ação do superego sobre o ego oprimido a fim de protegê-lo do sofrimento.
Para Freud, o ego recusa a realidade do mundo externo e tenta obter prazer afirmando-se contra a “crueldade das circunstâncias reais”.

Nesse sentido, o humor é liberador e enobrecedor do ego. É um mecanismo subjetivo que visa anular o sofrimento e a dor, em favor do princípio do prazer.

Situações que despertam sentimento de tristeza, revolta, injustiça, impotência, decepção etc. – e que normalmente independem da ação do sujeito para contorná-las – podem virar um GIF ou um meme nas redes sociais, por exemplo.

Utilizar esse mecanismo de defesa pode ser um tanto libertador, trazendo prazer e alívio imediato. Porém, devemos lembrar que a dor estará ainda lá, e que em um determinado momento encarar ela se torna imprescindível.

Que tal falar sobre isso na sua análise

Por que iniciar uma análise?

Não existe contraindicação para iniciar uma análise.

Por meio da fala podemos encontrar respostas que estão guardadas no nosso inconsciente, nos proporcionando um alívio do mal estar decorrente da vida em sociedade, com uma recuperação da capacidade de amar, de trabalhar, de tomar decisões.

Já imaginou que falar livremente e sem julgamentos pode ser tão libertador?

Que tal dar uma chance a você?