Eu me saboto muito…

Essa frase é muito frequente nas sessões e até em outras situações do dia-a-dia. Mas afinal, o que está em jogo na sabotagem? O que se sabota? O desejo. Isso nos leva a outra questão: por que resistimos tanto ao nosso desejo? Desejar dá trabalho… às vezes as pessoas se mostram preguiçosas frente ao próprioContinuar lendo “Eu me saboto muito…”

5 coisas que descobrimos em análise

O processo psicanalítico nos proporciona diversas descobertas. Aqui cito apenas algumas delas. Quais descobertas a análise já te proporcionou? 1 – Entendemos porque fazemos o que fazemos: ao explorarmos os pensamentos e emoções mais profundas, tomamos consciência das nossas repetições, entendendo os motivos pelos quais fazemos determinadas escolhas. A partir disso passamos a lidar melhorContinuar lendo “5 coisas que descobrimos em análise”

A análise dura o tempo que cada pessoa quiser caminhar

A análise dura o tempo que cada pessoa quiser caminhar, respeitando o seu desejo. Na psicanálise, o respeito ao ritmo próprio é essencial: cada um retira da análise o que investe nela. “Se aprende em psicanálise que muitas vezes é preciso tempo para que as pessoas entendam o que elas estão dizendo.” (Jacques Lacan)

Nenhuma análise é perfeita. Nem a do próprio analista.

Todo processo de análise é composto por altos e baixos. Por novas descobertas ou por fases de “tédio”, de sentir que não temos o que falar. Nem a sua análise e nem a minha, chegam a um fim onde tudo dá certo e somos felizes para sempre. Haverão momentos em que o sintoma vai ressurgir,Continuar lendo “Nenhuma análise é perfeita. Nem a do próprio analista.”

Nem todas as cicatrizes são visíveis…

Elas não são visíveis aos olhos mas estão presentes mesmo assim. As nossas cicatrizes emocionais causam  tanto ou mais sofrimento quanto as físicas. Em algum momento da vida somos machucados, passamos por experiências, perdas e fracassos que geram essas cicatrizes. Elas ocupam uma dimensão diferente em cada pessoa, cada um suporta de uma maneira. AfinalContinuar lendo “Nem todas as cicatrizes são visíveis…”