Eu me saboto muito…

Essa frase é muito frequente nas sessões e até em outras situações do dia-a-dia. Mas afinal, o que está em jogo na sabotagem? O que se sabota? O desejo. Isso nos leva a outra questão: por que resistimos tanto ao nosso desejo? Desejar dá trabalho… às vezes as pessoas se mostram preguiçosas frente ao próprioContinuar lendo “Eu me saboto muito…”

A análise não te livra da dor

O caminho para a descoberta da nossa própria verdade é árduo. Pois é preciso desejo para percorrer o caminho de análise. A análise não te livra da dor, mas transforma ela em outra coisa, antes de tudo em palavra. Colocamos em palavra aquilo que antes só estávamos sentindo. Seguir esse caminho é se deparar comContinuar lendo “A análise não te livra da dor”

A fala livre faz caminhos que a racionalidade não alcança

O convite da fala livre ajuda a expressar tudo aquilo que passa pela mente durante uma sessão. É um método que suprime as resistências e permite o acesso ao material inconsciente, como as lembranças, afetos e representações. A pessoa, ao se ver liberada pelo analista de qualquer controle, de necessidade de disciplina e de darContinuar lendo “A fala livre faz caminhos que a racionalidade não alcança”

A análise dura o tempo que cada pessoa quiser caminhar

A análise dura o tempo que cada pessoa quiser caminhar, respeitando o seu desejo. Na psicanálise, o respeito ao ritmo próprio é essencial: cada um retira da análise o que investe nela. “Se aprende em psicanálise que muitas vezes é preciso tempo para que as pessoas entendam o que elas estão dizendo.” (Jacques Lacan)