Eu me saboto muito…

Essa frase é muito frequente nas sessões e até em outras situações do dia-a-dia. Mas afinal, o que está em jogo na sabotagem? O que se sabota? O desejo. Isso nos leva a outra questão: por que resistimos tanto ao nosso desejo? Desejar dá trabalho… às vezes as pessoas se mostram preguiçosas frente ao próprioContinuar lendo “Eu me saboto muito…”

A análise não te livra da dor

O caminho para a descoberta da nossa própria verdade é árduo. Pois é preciso desejo para percorrer o caminho de análise. A análise não te livra da dor, mas transforma ela em outra coisa, antes de tudo em palavra. Colocamos em palavra aquilo que antes só estávamos sentindo. Seguir esse caminho é se deparar comContinuar lendo “A análise não te livra da dor”

5 coisas que descobrimos em análise

O processo psicanalítico nos proporciona diversas descobertas. Aqui cito apenas algumas delas. Quais descobertas a análise já te proporcionou? 1 – Entendemos porque fazemos o que fazemos: ao explorarmos os pensamentos e emoções mais profundas, tomamos consciência das nossas repetições, entendendo os motivos pelos quais fazemos determinadas escolhas. A partir disso passamos a lidar melhorContinuar lendo “5 coisas que descobrimos em análise”

Como você conta sua história?

Histórias faladas, escritas, cantadas, sussurradas, sonhadas… Repetir histórias, da maneira que conseguirmos expressar, adiam “o fim do mundo”. Histórias estancam o sangue, secam lágrimas, cicatrizam feridas, saram doentes. De que forma você consegue contar suas histórias? “Toda dor pode ser suportada, se sobre ela puder ser cobrada uma história.” (Hannah Arendt”

A análise dura o tempo que cada pessoa quiser caminhar

A análise dura o tempo que cada pessoa quiser caminhar, respeitando o seu desejo. Na psicanálise, o respeito ao ritmo próprio é essencial: cada um retira da análise o que investe nela. “Se aprende em psicanálise que muitas vezes é preciso tempo para que as pessoas entendam o que elas estão dizendo.” (Jacques Lacan)