Histórias de obsessão não existem apenas em filmes. Vemos todos os dias em notícias histórias de pessoas que, obcecadas por algo ou alguém, cometem todos os tipos de delitos e crimes.
A pessoa pode ser obcecada por alguém – uma paixão, um ídolo, um amigo – ou por outras coisas, como um corpo perfeito ou poder.
Estes sintomas que muitos pensam serem resultantes de paixões devastadoras são, na verdade, característica de um comportamento obsessivo patológico e devem ser olhados com muito cuidado.
O que é obsessão?
A obsessão significa uma ideia fixa, que não é afastada da mente. De caráter compulsivo, pode se manifestar de diversas formas, com reações comportamentais, emocionais e/ou químicas.
A dependência gera uma condição penosa e angustiante para os que sofrem com ela. Essa patologia torna-se mais grave quando a pessoa obcecada passa a ser um risco não só para ela, mas para os outros também.
A obsessão doentia por um ídolo ou por uma pessoa é geralmente classificada como um “assédio por intrusão” ou pelo termo em inglês “stalking”. Essa patologia é tema de muitas pesquisas e, com recorrência, é pauta nos meios de comunicação.
A obsessão é uma ideia fixa de caráter compulsivo, que pode se manifestar de diferentes formas.
Para tratá-la é necessário ajuda profissional. Há medicamentos eficazes para o controle dos sintomas, que aliviam o sofrimento de quem sofre de obsessão, mas não curam a doença. Por isso, juntamente com o tratamento medicamentoso é essencial buscar o auxílio de um psicólogo. Assim há chances de que a pessoa possa promover reais mudanças em sua vida e seja capaz de ter relações saudáveis.
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