OLHAR PARA SI: Já parou 5 minutos hoje?

No post anterior falamos de autocuidado, e já vou lhes dizendo que o primeiro passo para essa prática é o olhar empático para nós mesmas. Olhar para a forma como pensamos, sentimos, agimos…

Esse exercício de auto-observação nos direciona ao autocuidado, percebendo nossas necessidades, gostos, comportamentos.

Muitas vezes as respostas estão nas coisas mais simples, como em momentos de silêncio, na pausa para fazer um café, ou em uma caminhada por exemplo.

Já pensou em parar 5 minutos da correria do seu dia a dia?

São pequenas atitudes que podem fazer toda a diferença, se permitindo olhar para as necessidades do momento.

Qual a curiosidade que você tem ao seu respeito? Quais são suas vontades, desejos?

Cultivar esse olhar curioso a nosso respeito nos ajuda a fazer nossas próprias escolhas. É cultivar o respeito próprio.

Uma dica é escrever o que sentir diante de algum pensamento ou sentimento, questionando os “por quês e para quês”.

Mudar essa perspectiva te levará ao encontro de você mesma.

Vamos experimentar?

Autocuidado: pequenas ações podem ser transformadoras

Você tem cuidado de si?

Muitas vezes esperamos que as nossas dores, traumas e outras questões emocionais sejam curadas pelos outros.

Praticar o autocuidado significa voltar esse olhar para nós, para o que sentimos, repassando assim os componentes que nos mantém pulsando todos os dias.

Essa doses diárias de respeito dependem única e exclusivamente de nós. São ações pequenas e simples que possuem muito poder.

Uma atitude de autocuidado tem um efeito regenerador, de bem estar e de paz de espírito.

Está prática pode ser iniciada com perguntas simples:

– Qual a sua necessidade emocional hoje?

– Qual parte dia está esquecida, abandonada?

– O que você faz que te traz alívio, calma e renova suas energias?

Deixe essas perguntas ecoarem, vá se aprofundando, se percebendo. Observe as respostas que vêm…mergulhe!

Quando o pânico toma conta

Falta de ar, tontura, mãos geladas e úmidas, coração batendo em modo acelerado e dificuldades para respirar são algumas das sensações físicas que caracterizam o transtorno de pânico. Quando esses momentos tornam-se recorrentes, frente à dúvida do agente causador, é comum tomar a atitude de procurar profissionais de saúde para consultas e exames, a fim de descobrir o motivo dessas experiências tão desconfortáveis que começaram a surgir, a um primeiro olhar, “sem motivo”.

Mas, uma vez que distúrbios orgânicos sejam descartados e ficar caracterizado como transtorno de pânico, é essencial buscar auxílio especializado com os profissionais da área de psicologia e psiquiatria.

Com a psicoterapia é possível compreender o que, de fato, está acontecendo e quais situações geram mais ansiedade, trabalhando com a superação dos medos relacionados aos transtorno de pânico.

Além das sensações físicas causada pelos ataques de pânico, como coração acelerado e dificuldade para respirar, é comum que as pessoas que sofrem com esse tipo de transtorno sejam rotuladas de forma pejorativa ou não tenham seus sintomas analisados com seriedade quando buscam ajuda de profissionais da saúde. .
O medo de que o pânico seja vivenciado novamente e a ausência de conhecimento sobre os fatores que o motivam podem trazer ainda mais desespero, gerando confusões e angústias que afetam ações cotidianas.

Nesses casos, a psicoterapia aplicada corretamente associada com a medicação adequada (se necessária) são fundamentais para conseguir uma melhora acentuada ou ausência total dos sintomas.

Precisamos falar sobre transtorno de pânico!

Cada pessoa reage de uma maneira muito diferente frente a situações cotidianas. A reação à entrevistas de emprego ou momentos constrangedores em público, por exemplo, dizem muito sobre estados de ansiedade. E é a forma de lidar com ela que indica se há ou não um distúrbio.

Uma reação de pânico é normal quando existem elementos favoráveis ao seu surgimento, como situações de iminente perigo de morte (princípios de incêndio em espaços fechados, afogamento no mar, etc). O pânico passa a ser identificado como patológico quando esta mesma reação acontece sem motivo aparente, de forma espontânea.

Quando o transtorno de pânico é diagnosticado, a terapia torna-se fundamental para identificar os gatilhos de ansiedade, superação dos medos e alcançar a melhora dos sintomas.

Obsessão

Histórias de obsessão não existem apenas em filmes. Vemos todos os dias em notícias histórias de pessoas que, obcecadas por algo ou alguém, cometem todos os tipos de delitos e crimes.

A pessoa pode ser obcecada por alguém – uma paixão, um ídolo, um amigo – ou por outras coisas, como um corpo perfeito ou poder.

Estes sintomas que muitos pensam serem resultantes de paixões devastadoras são, na verdade, característica de um comportamento obsessivo patológico e devem ser olhados com muito cuidado.

O que é obsessão?

A obsessão significa uma ideia fixa, que não é afastada da mente. De caráter compulsivo, pode se manifestar de diversas formas, com reações comportamentais, emocionais e/ou químicas.

A dependência gera uma condição penosa e angustiante para os que sofrem com ela. Essa patologia torna-se mais grave quando a pessoa obcecada passa a ser um risco não só para ela, mas para os outros também.

A obsessão doentia por um ídolo ou por uma pessoa é geralmente classificada como um “assédio por intrusão” ou pelo termo em inglês “stalking”. Essa patologia é tema de muitas pesquisas e, com recorrência, é pauta nos meios de comunicação.

A obsessão é uma ideia fixa de caráter compulsivo, que pode se manifestar de diferentes formas.

Para tratá-la é necessário ajuda profissional. Há medicamentos eficazes para o controle dos sintomas, que aliviam o sofrimento de quem sofre de obsessão, mas não curam a doença. Por isso, juntamente com o tratamento medicamentoso é essencial buscar o auxílio de um psicólogo. Assim há chances de que a pessoa possa promover reais mudanças em sua vida e seja capaz de ter relações saudáveis.
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É possível diminuir os níveis de estresse?

Ao me deparar com estatísticas dizendo que nos dias de hoje as pessoas são mais propícias a desenvolverem doenças de fundo emocional, me questiono: até que ponto as pessoas são mais suscetíveis hoje e como os fatores externos influenciam nessa realidade cotidiana?

A palavra estresse, por exemplo, é tão utilizada que termo acabou se tornando um tanto banalizado. O estresse é uma alteração no organismo em resposta a estímulos internos e externos, como mudanças – boas ou ruins – e ocorre de forma variável, diante do tipo e da intensidade das situações vividas.
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As manifestações mais comuns de estresse são irritabilidade, nervosismo, fraqueza, desânimo, medos, alteração do sono e diminuição do apetite. O estresse, sobretudo quando torna-se permanente, pode ser tratado a partir de uma mudança significativa de hábitos que envolve, principalmente, reconhecer e entender aquilo ou o que está acontecendo, para evitar as situações desencadeantes.

Olhar para si é muito difícil, mas é um exercício que deve ser feito constantemente. Aceitar nossa vulnerabilidade e aprender a lidar com nossas dificuldades são passos muito importantes.

Reservar tempos livres para descanso, lazer, esportes e atividades em grupo, sobretudo com pessoas da sua rede de afeto, são atividades determinantes para diminuir os níveis de estresse e proporcionar mais qualidade de vida.

Saber a hora de buscar auxílio especializado sempre que necessário é muitas vezes determinante para a melhora e é um sinal de coragem e não de fraqueza, como muitos erroneamente pensam!

Quer entender como funciona um processo de análise pessoal e como isso pode te auxiliar nessas questões? Entre em contato!