Eu me saboto muito…

Essa frase é muito frequente nas sessões e até em outras situações do dia-a-dia. Mas afinal, o que está em jogo na sabotagem? O que se sabota? O desejo. Isso nos leva a outra questão: por que resistimos tanto ao nosso desejo? Desejar dá trabalho… às vezes as pessoas se mostram preguiçosas frente ao próprioContinuar lendo “Eu me saboto muito…”

A análise não te livra da dor

O caminho para a descoberta da nossa própria verdade é árduo. Pois é preciso desejo para percorrer o caminho de análise. A análise não te livra da dor, mas transforma ela em outra coisa, antes de tudo em palavra. Colocamos em palavra aquilo que antes só estávamos sentindo. Seguir esse caminho é se deparar comContinuar lendo “A análise não te livra da dor”

Nada é dito à toa.

Na psicanálise, toda fala tem a sua importância, pois tudo comporta um sentido para além do óbvio. Às vezes pode-se contar uma história com riqueza de detalhes ou pode-se falar sobre um momento qualquer do cotidiano, sem muitas explicações. Nesse emaranhado de palavras, o analista vai selecionando frases e palavras do discurso e vai atribuindoContinuar lendo “Nada é dito à toa.”

Como você conta sua história?

Histórias faladas, escritas, cantadas, sussurradas, sonhadas… Repetir histórias, da maneira que conseguirmos expressar, adiam “o fim do mundo”. Histórias estancam o sangue, secam lágrimas, cicatrizam feridas, saram doentes. De que forma você consegue contar suas histórias? “Toda dor pode ser suportada, se sobre ela puder ser cobrada uma história.” (Hannah Arendt”

É possível diminuir os níveis de estresse?

Ao me deparar com estatísticas dizendo que nos dias de hoje as pessoas são mais propícias a desenvolverem doenças de fundo emocional, me questiono: até que ponto as pessoas são mais suscetíveis hoje e como os fatores externos influenciam nessa realidade cotidiana? A palavra estresse, por exemplo, é tão utilizada que termo acabou se tornandoContinuar lendo “É possível diminuir os níveis de estresse?”